Um Resumo Espírita da Cremação



Imaginemos um ente querido de nossa família – pai, mãe, filho ou irmão – que, ainda em vida, deixasse a nosso critério que, após sua morte física ou seu desencarne, fizéssemos a escolha quanto ao destino de seus restos mortais: inumação (sepultamento) ou cremação (incinerar)! Como decidir, de modo consciente, sem o condicionamento a costumes, fatores históricos, dogmas religiosos, aceitos e não discutidos pela razão? Vamos a uma breve análise sobre isso, mesmo porque “não saber alguma coisa é menos mal do que não querer saber coisa alguma”.
A população da Terra, de acordo com o censo da ONU, em 1999, já ultrapassou os 6 bilhões de habitantes. Por outro lado, segundo a Organização Mundial de Saúde, a vida média dos seres humanos varia entre 60 e 70 anos. Disso, pode-se deduzir que, no globo terrestre, a cada 70 anos, morrem ou desencarnam todos os seus habitantes e nascem outros, em número ainda maior. O planeta Terra, porém, é mensurável, é finito. Conclui-se, assim, que bilhões e bilhões de corpos vão encharcar o solo, invadir as águas com o necrochorume (líquido dos cadáveres), disseminando doenças, riscos sobre os quais sanitaristas e pesquisadores têm se preocupado.

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